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Notícias

29/10/2019

Caso Matsunaga

Terça Feira, 29 de outubro de 2019 (15:50)

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Texto da matéria para aplicativo de inclusão a deficientes visuais:

Caso Matsunaga

No dia 22/05/2012, familiares de Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da empresa alimentícia Yoki, compareceram à Delegacia de Desaparecidos do DHPP, informando que Marcos, na manhã do dia 20, saiu de casa sem dizer para onde iria, levando consigo dinheiro e uma pequena mochila com objetos pessoais. Desde então, Marcos não deu notícias de seu paradeiro, tampouco atendeu a telefonemas.

Tais informações foram dadas aos familiares de Marcos por Elize Araújo Kitano Matsunaga, esposa de Marcos, com quem tinha uma filha de pouco mais de um ano. Com base nessas informações, foi elaborado Boletim de Ocorrência de Desaparecimento.

Dias depois, em uma estrada vicinal na região de Cotia, foram encontradas diversas partes de um cadáver de sexo masculino, com traços orientais, embalados em sacos de lixo. A vítima foi identificada como sendo Marcos Kitano Matsunaga.

As investigações levadas a efeito pelo Departamento de Homicídios logo colocaram Elize como a principal suspeita. A análise das câmeras de segurança do edifício onde vivia o casal revelou a chegada de ambos na residência na noite do dia 19/05/2012, mas não registrou a saída de Marcos, sozinho, do local, conforme informou Elize. Além disso, na manhã do dia 20/05/2012, as câmeras registraram Elize saindo do imóvel, carregando grandes malas de viagem e retornando para casa, cerca de 12 horas depois, sem as referidas malas.

Os policiais ainda apuraram que Elize esteve na região onde o cadáver de Marcos foi localizado.

Assim, ante as evidências levantadas, Elize confessou a prática do crime, alegando que, após descobrir que Marcos Matsunaga a traía, ambos travaram uma discussão, ocasião em que Elize, munida de uma pistola do calibre .380, que o próprio Marcos a presenteara, efetuou disparos contra ele, matando-o. Horas depois, Elize esquartejou o cadáver, acondicionando as partes em sacos plásticos, levando, em seguida, para os locais onde foram encontrados.

A Polícia Civil de São Paulo representou pela prisão de Elize Araújo Kitano Matsunaga, que restou decretada, sendo ela presa em 04/06/2012, duas semanas após o crime.  Elize foi condenada à pena de 18 anos e 9 meses de reclusão.

 

Fonte e fotos: DGPAd – dms (c)

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