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Notícias

03/05/2018

Quadrilha deixou rastro de destruição durante ataques

Quinta-feira, 3 de maio de 2018 (16:45)

objetos apreendidos pelo DeicA Polícia Civil de São Paulo conseguiu dar mais um importante passo no combate ao crime organizado. A Justiça autorizou a volta para o Deic (Departamento Estadual de investigações Criminais) de 6 homens autores de um rastro de destruição em cidades do interior dos estados de São Paulo e de Minas Gerais. O objetivo é a realização de novos interrogatórios para os esclarecimentos de mais dois casos. Eles estão envolvidos em roubo de explosivos, ataques a carros-fortes, explosões de agências bancárias. As detenções precisaram ser mantidas em sigilo até agora para evitar a destruição de material, mas só puderam ser divulgadas hoje (2) quando se completa a primeira etapa das apurações.

As detenções aconteceram no dia 14, quando foi iniciada a operação para cumprimento de 14 mandados busca e apreensão e 6 mandados de prisão em cidades da Região Metropolitana de Campinas e no interior de Minas Gerais. 

A identificação e as prisões dos envolvidos foram realizadas por policiais da 1ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo e Latrocínio). Também teve como resultado a apreensão de boa parte do material utilizado nas ações. Um arsenal composto de um fuzil .50 com capacidade para romper blindagem de carros de combate e aeronaves, dois fuzis calibre.556, um fuzil Kalashnikov .7,62, duas pistolas 9mm e uma .380, grande quantidade de munições de diversos calibres, carregadores, 4 rádios comunicadores, 4 máscaras contra gases, 4 capacetes táticos, 9 coletes balísticos, R$ 310 mil e principalmente: 300 quilos de emulsão explosiva, cordéis detonantes e espoletas. Inclusive artefatos prontos para serem detonados e que acabaram destruídos pela unidade Anti-Bomba do GER/Deic. 

A quadrilha tinha como base operacional a cidade de Sumaré, na Região Metropolitana de Campinas. A partir desse município o bando atacou agências bancárias em Itatiba (1/4/17), em Morungaba (1/4/17), em Dois Córregos (7/2), roubou explosivos em uma pedreira em Salto de Pirapora (16/11/17), e tentou interceptar carros-fortes em uma rodovia em Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo (22/01). Também destruiu bancos em Passos, em Minas Gerais (11/4). 

A ação cumpriu 12 mandados em nas cidades de Sumaré, Campinas e Hortolândia. Todos os procedimentos foram efetivados e resultaram na detenção de 6 criminosos. Dois deles eram procurados pela Justiça.

As informações levantadas pela equipe da 1ª Patrimônio desenvolveu um intercâmbio de informações com a Polícia Civil de Minas Gerais - Regional de Passos e da Delegacia de Roubo a Banco de Minas-, que conseguiu, por meio de compartilhamento das apurações, a decretação da prisão temporária de cinco dos presos no ataque ocorrido em Passos.

As duas instituições permanecem em alerta para a captura de outros envolvidos, também identificados nas apurações. Na avaliação do delegado Rogério Barbosa, titular da 1ª Patrimônio, os líderes dessa principal célula estão presos.

Fonte/fotos/vídeo: Deic - foa (c)
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